Muitas pessoas, ao ouvirem falar no verbo “to be”, costumam tremer. Em geral, os brasileiros são traumatizados por anos de estudo de Inglês sem resultado algum, o que remete ao repetido uso do “to be” ano após ano no ensino fundamental e médio.
Como professora e amante do Inglês, procuro sempre encontrar meios de manter meus alunos atentos, mas com muito bom humor. Por isso costumo lembrá-los da frase tÃtulo deste post: “to be or not to be, that is the question” . Mesmo não sendo ortodoxo, eu comparo o verbo “to be” à uma ovelha desgarrada da famÃlia dos verbos, uma vez que esses verbos, em sua grande maioria, utilizam um auxiliar para cumprir funções que não sejam afirmativas (do? don’t). Como a frase tÃtulo remete a um monólogo de Shakespeare, utilizo deste exemplo quase visual para que os alunos entendam que o verbo “to be” se comporta como um verdadeiro ator…
Sempre interpreta o papel para cada pessoa (pronome), por isso é diferente dos outros e não aceita que tenha um “coadjuvante” em sua cena! Age por si só como único ator principal sempre que aparece em qualquer função, afirmativa, negativa ou interrogativa.
Pense nisso, tente se imaginar nesta cena…
And be happy!!!
xx


No meu colégio os professores não tinham comprometimento … Pois eles só estavam lá para cumprir uma carga horária e logo se beneficiar da grade curricular ridicula estipulada pelo governo.
infelizmente se dependermos apenas da grade obrigatória de nossas escolas em breve o inglês se tornará apenas uma atividade extra não obrigatória, já que cada vez mais os alunos tem menos acesso a informações completas.
interessante… o mais legal é q eu concordo com o q foi dito…. tenho trauma dele… kkk